... entende esta piada, ri e ainda diz "eu tinha um desses!"
(fonte: https://www.facebook.com/pages/PROZAC-virtual/280425275220)
Mostrando postagens com marcador quase 30. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador quase 30. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 17 de setembro de 2013
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Velha demais para quê?
Aos 30 e poucos, a gente começa a pensar se está velha demais para algumas coisas. Sei que já escrevi sobre isso, mas é algo em que estou pensando ultimamente porque quero tentar fazer algo novo na carreira mas me pego pensando se o tempo ideal para isso já passou - eu acho que não necessariamente, mas ao mesmo tempo... sei lá.
Ok, não somos velhas, temos a vida quase toda pela frente, mas temos que admitir que a essa altura da vida já sabemos, por exemplo, que é muito pouco provável que nos tornemos astronautas ou top models internacionais - a não ser que já sejamos. Já estamos arcando com os custos e as vantagens de determinadas escolhas que fizemos no passado - e justamente o que me assusta um pouco é que estamos vivendo "o futuro". Aquele que a gente imaginava quando era mais novinha, e que pra maioria acabou sendo bem diferente do imaginado.
Sei que a vida muda o tempo todo e que quase sempre depende de nós fazer de tudo para corrigir nosso rumo se vemos que não estamos indo para onde queremos. Vivi isso na pele. Sei também que hoje em dia isso de idade é bem diferente da época dos nossos pais e é bem relativo. Mas dá uma insegurança, né?
terça-feira, 7 de maio de 2013
Como eu me sinto quando - versão 30 e poucos - II
Essa é pra continuar a maravilhosa (arrã!) série de posts "Como eu me sinto quando - versão 30 e poucos", baseada no tumblr "Como Eu Me Sinto Quando".
... encontro o primo que vi nascer e que agora até já terminou a faculdade.
... digo um sonoro NÃO para o babaca que chega agarrando na balada.
... saio com o meu vestido novo e lindo.
... estou com TPM.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Coisas que não se pode fazer em paz depois dos 30
Esses dias eu passei meio mal. Comi demais, me empolguei e meu estômago não gostou muito da história. Mas foi só eu comentar que não estava me sentindo bem que começaram as especulações. Então pensei que há coisas que não podemos mais fazer em paz depois dos 30 que ou já tem alguém pra encher o saco ou a gente fica com grilo na cabeça - ainda se diz "grilo" ou falar isso denuncia a minha idade? Mas vamos a algumas dessas coisas:
- Passar mal: foi o que aconteceu comigo. Foi eu falar "ai, tô passando meio mal" que já começaram a dizer "iiihhhh, tá grávida?" Há milhares de razões para passar mal, mas nos 30+ neguinho já acha que é gravidez. Pior que, se não é sua intenção engravidar, você fica preocupada, recapitulando suas últimasbimbadas relações, pensando onde pode ter havido um deslize, uma falha dos métodos anticoncepcionais, e aí fica pensando como ia fazer pra contar pro povo, pro pai (pro seu e pro da criança), pra botar nome, pra educar, pra pagar a faculdade da criatura. E se não houve bimbada relações nos últimos tempos, você solta o clássico "só se for de Jesus Cristo!". Por isso, meninas, se não querem ninguém especulando sobre uma possível gravidez, aguentem firme ou vomitem bem discretamente, sem ninguém saber.
- Não ter namorado: quando você tem 20 e tantos, as tia ainda fala "nossa, não tem? Ai, mas você é nova, tem mais é que aproveitar". E você aproveita mesmo, como por exemplo ficando no Facebook num sábado à noite vendo os perfis dos pretendentes - das suas amigas, porque você não tem nenhum. É realmente uma festa a sua vida de solteira, mas tudo bem. Você tem tempo. Mas aos 30 e poucos, as tia já mudam o discurso: "tá solteira, ainda? Nossa, o que acontece? Tão bonita..." . Tem que ter alguma coisa errada com você, aos olhos do povo. Você não pode ser solteira por opção, ou solteira por opção dos homens mesmo mas ainda assim estar bem e feliz. Haja paciência!
- Tomar sol: é nos 30 que todo aquele sol que você tomou por dias inteiros toda melada de Cenoura & Bronze começa a mostrar seus efeitos malignos. Aí que você começa a pensar mais, ter mais medo de manchas e rugas e a ter mais cuidado, se é que não teve antes - eu, por exemplo, sempre me cuidei muito do sol porque minha branquelice eslava não permite que eu folgue no calor dos trópicos. Com a consciência de que estamosenvelhecendo amadurecendo, vem um cuidado maior com a pele. Em alguns casos, quase beirando a paranoia - haja Natura Chronos!
E vocês, o que acham que não podem mais fazer em paz depois dos 30?
- Passar mal: foi o que aconteceu comigo. Foi eu falar "ai, tô passando meio mal" que já começaram a dizer "iiihhhh, tá grávida?" Há milhares de razões para passar mal, mas nos 30+ neguinho já acha que é gravidez. Pior que, se não é sua intenção engravidar, você fica preocupada, recapitulando suas últimas
- Não ter namorado: quando você tem 20 e tantos, as tia ainda fala "nossa, não tem? Ai, mas você é nova, tem mais é que aproveitar". E você aproveita mesmo, como por exemplo ficando no Facebook num sábado à noite vendo os perfis dos pretendentes - das suas amigas, porque você não tem nenhum. É realmente uma festa a sua vida de solteira, mas tudo bem. Você tem tempo. Mas aos 30 e poucos, as tia já mudam o discurso: "tá solteira, ainda? Nossa, o que acontece? Tão bonita..." . Tem que ter alguma coisa errada com você, aos olhos do povo. Você não pode ser solteira por opção, ou solteira por opção dos homens mesmo mas ainda assim estar bem e feliz. Haja paciência!
- Tomar sol: é nos 30 que todo aquele sol que você tomou por dias inteiros toda melada de Cenoura & Bronze começa a mostrar seus efeitos malignos. Aí que você começa a pensar mais, ter mais medo de manchas e rugas e a ter mais cuidado, se é que não teve antes - eu, por exemplo, sempre me cuidei muito do sol porque minha branquelice eslava não permite que eu folgue no calor dos trópicos. Com a consciência de que estamos
E vocês, o que acham que não podem mais fazer em paz depois dos 30?
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Mentirinhas
Ontem no blog 7x7 da Época vi um post falando sobre um tumblr muito bonitinho, o Daily Dishonesty, que mostra "lovely little lies from a hungry graphic designer" segundo a autora. Me identifiquei com vários desenhos, como estes, e acho que meus milhares de leitores também vão se identificar:
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Como eu me sinto quando... versão 30 e poucos
Desde que vi o ótimo tumblr Como Eu Me Sinto Quando (faz tempo!) fiquei com a ideia na cabeça, então tá aqui: "Como Eu Me Sinto Quando - Versão 30 e Poucos!" - um post que, quem sabe, pode se tornar uma série no blog?
... alguém diz que pareço ter uns 25 anos
... a tia velha diz "nossa, não casou ainda?"
... fico sabendo que minha melhor amiga está grávida
... como e bebo como fazia sem problemas aos 20 e poucos
... alguém diz que pareço ter uns 25 anos
... a tia velha diz "nossa, não casou ainda?"
... fico sabendo que minha melhor amiga está grávida
... como e bebo como fazia sem problemas aos 20 e poucos
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
O mundo está grávido
A cada semana você fica sabendo de pelo menos um caso. Nas redes sociais, pululam fotos de barrigas redondas, imagens de ultrassom, carinhas gorduchas e pequeninas no colo de caras sorridentes mas com olheiras. Os papos com as amigas mudaram, antes era "mas ele ligou? Ele é legal?"; agora é: "você pretende ter parto normal ou cesárea? Já pensou no nome?". Você já perdeu a conta de quantas vezes entrou em lojas de roupas para bebês nos últimos tempos e de quanto gastou em presentinhos tamanho PP.
O mundo está grávido.
Ou acabou de ter filho. Ou está pensando em ter em breve. Ou convive de perto com quem está em uma das três fases.
Na minha família, metade das mulheres jovens está grávida. Outras estão planejando. Só eu e uma prima estamos sossegadas, obrigada. Amigas e conhecidas que estão grávidas ou tiveram filho há pouco tempo, nossa, um monte.
Que louco, né?
Acho que é a nossa faixa etária, só pode ser. Aos 45 vai ser um monte de divórcio, aos 60 o povo sendo avô, aos 80 o povo indo dessa pra melhor. Ai, credo!
Ou vai ver que é a era de aquário, sei lá (???????). Só sei que acho lindo, adoro bebês e crianças - principalmente quando posso devolvê-los para as respectivas mães assim que começam a ficar chatinhos ou a chorar hihihihihi
O mundo está grávido.
Ou acabou de ter filho. Ou está pensando em ter em breve. Ou convive de perto com quem está em uma das três fases.
Na minha família, metade das mulheres jovens está grávida. Outras estão planejando. Só eu e uma prima estamos sossegadas, obrigada. Amigas e conhecidas que estão grávidas ou tiveram filho há pouco tempo, nossa, um monte.
Que louco, né?
Acho que é a nossa faixa etária, só pode ser. Aos 45 vai ser um monte de divórcio, aos 60 o povo sendo avô, aos 80 o povo indo dessa pra melhor. Ai, credo!
Ou vai ver que é a era de aquário, sei lá (???????). Só sei que acho lindo, adoro bebês e crianças - principalmente quando posso devolvê-los para as respectivas mães assim que começam a ficar chatinhos ou a chorar hihihihihi
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
É bem isso aí
Tava lendo no YouPix sobre aquele meme "o que queremos", aquela tirinha que vocês já devem ter visto no Facebook. Tem uma que vi agora e achei que tem tudo a ver com o blog:
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Da série "a gente sabe que está ficando velha quando..." - percebe que está ficando igual aos pais
Papai às vezes troca nomes, palavras, letras. Toda hora ele me diz "a Nadja tá aqui" quando se refere à minha irmã (que obviamente não se chama Nadja) e toda vez que ele vê um ex-vizinho nosso, ele o chama pelo nome do irmão - que inclusive morreu, o que torna a gafe mil vezes pior. Esses são só alguns exemplos.
Mas isso não é exclusividade dele. Minha falecida vovó Ana, mãe dele, era assim. Ela falava o nome de todas as netas até acertar qual era a que estava chamando, o que fez que meu primo tomasse a iniciativa de fazer uma lista de netos, que nem eram tantos assim, em seu computador daqueles que ligavam na TV, isso lá nos anos 80. (aliás, ele pôs meu primo William em primeiro e eu por último, eu perguntei por quê e ele disse "é por ordem de gordura", enfim, aquele tipo de coisa que manda a gente pra terapia anos depois).
Meus tios, irmãos do meu pai, também fazem essas confusões, o que nos faz desconfiar de algum componente genético nessa história (não, não é Alzheimer. Tirando isso - e a pressão alta, e a vista cansada, a bursite, etc etc - estão todos com a cabeça ótima, felizes e saltitantes).
Eu às vezes dou risada, às vezes me irrito, às vezes corrijo, às vezes não ligo. Mas é uma coisa que eu não gostaria de fazer, pois eu já cometo gafes o suficiente sem trocar nomes.
Só que aí que está o problema: eu estou trocando nomes.
Na viagem fiquei na casa de uma amiga. O marido, Jon. O filho, Joey. Pra quê, né? Era chamar o marido de Joey, o nenê de Jon, aquela coisa toda. "Ah, mas ok, são muito parecidos mesmo".
Aí eu fui na casa de uma amiga de infância que tem um gato. "Ai, como o Petit tá lindo". "Aqui é o quartinho do Petit?" "Porque o Petit..."
"Nadja, você lembra que o nome dele é Mignon, não Petit, né?"
Eu tô cansada de saber o nome do gato. Inclusive opinei na escolha do nome. Ela bota toda hora no FB. Eu SEI o nome do gato. Mas passei o tempo todo chamando o Mignon de Petit.
É... a gente sabe que está ficando velha quando percebe que está ficando como os nossos pais.
Mas isso não é exclusividade dele. Minha falecida vovó Ana, mãe dele, era assim. Ela falava o nome de todas as netas até acertar qual era a que estava chamando, o que fez que meu primo tomasse a iniciativa de fazer uma lista de netos, que nem eram tantos assim, em seu computador daqueles que ligavam na TV, isso lá nos anos 80. (aliás, ele pôs meu primo William em primeiro e eu por último, eu perguntei por quê e ele disse "é por ordem de gordura", enfim, aquele tipo de coisa que manda a gente pra terapia anos depois).
Meus tios, irmãos do meu pai, também fazem essas confusões, o que nos faz desconfiar de algum componente genético nessa história (não, não é Alzheimer. Tirando isso - e a pressão alta, e a vista cansada, a bursite, etc etc - estão todos com a cabeça ótima, felizes e saltitantes).
Eu às vezes dou risada, às vezes me irrito, às vezes corrijo, às vezes não ligo. Mas é uma coisa que eu não gostaria de fazer, pois eu já cometo gafes o suficiente sem trocar nomes.
Só que aí que está o problema: eu estou trocando nomes.
Na viagem fiquei na casa de uma amiga. O marido, Jon. O filho, Joey. Pra quê, né? Era chamar o marido de Joey, o nenê de Jon, aquela coisa toda. "Ah, mas ok, são muito parecidos mesmo".
Aí eu fui na casa de uma amiga de infância que tem um gato. "Ai, como o Petit tá lindo". "Aqui é o quartinho do Petit?" "Porque o Petit..."
"Nadja, você lembra que o nome dele é Mignon, não Petit, né?"
Eu tô cansada de saber o nome do gato. Inclusive opinei na escolha do nome. Ela bota toda hora no FB. Eu SEI o nome do gato. Mas passei o tempo todo chamando o Mignon de Petit.
É... a gente sabe que está ficando velha quando percebe que está ficando como os nossos pais.
Petit é o caralho, meu nome é Zé Mignon!
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Crianças e mulheres de (mais de) 30
Esses dias eu estava passeando com uma amigona quando vi uma menininha de uns dois anos toda bonitinha. Fiquei olhando, achando graça, sorrindo. E comentei com a minha amiga, timidamente:
"Você não acha que, sei lá, depois dos 30 parece que a gente passa a olhar as crianças de um jeito diferente? Parece que a gente curte mais, se emociona, não sei bem..."
Achei que teria uma resposta meio blasé. Minha amiga tem quase 32 como eu, é descolada, viajada, inteligente, culta e solteira. Achei que ela não se ligava muito nisso de criança. Nunca tínhamos falado disso. Nenhuma de nós é mãe. Mas a resposta dela foi:
"Nossa, meu útero grita!"
Não sei se é o tal do relógio biológico ou se é de tanto ver gente ao redor tendo filho. Ou o fato de ter se tocado que a gente já é adulta o suficiente (talvez mais que suficiente) para fazer nossas próprias pessoas. Mas tenho observado que o tema "crianças" está presente de uma maneira totalmente diferente nas nossas vidas do que estava antes. "Nossas vidas" que eu digo são as de mulheres na faixa dos 30 que não têm filhos.
Sempre adorei crianças, mas agora é diferente. Eu me interesso, me emociono, fico imaginando como serão os meus filhos se os tiver, como quero educá-los, o que quero ensinar, o que quero que não façam como eu. Vejo programas sobre educação (hello, Supernanny!), leio alguns blogs, converso com mães com interesse verdadeiro e curto muito os filhos dos outros próximos a mim.
Aos 20 e poucos, não fazia isso.
O engraçado é que não pretendo ter filhos tão cedo. Nem sei direito o que vai ser da minha vida, que dirá da vida de uma pessoinha que seria 100% dependente de mim. No momento não tenho nem planta, pra não ter que cuidar de nenhum ser vivo. Filhos, quem sabe daqui uns cinco anos (e faz uns anos que digo "daqui uns cinco anos"). E se por alguma razão eu não tiver, bom, vai ser uma frustração, mas acho que vou poder superá-la, não vou ser infeliz por isso.
Não sei se diria que "meu útero grita", mas que esse assunto tem outra dimensão agora para mim, tem mesmo. E pra vocês?
"Você não acha que, sei lá, depois dos 30 parece que a gente passa a olhar as crianças de um jeito diferente? Parece que a gente curte mais, se emociona, não sei bem..."
Achei que teria uma resposta meio blasé. Minha amiga tem quase 32 como eu, é descolada, viajada, inteligente, culta e solteira. Achei que ela não se ligava muito nisso de criança. Nunca tínhamos falado disso. Nenhuma de nós é mãe. Mas a resposta dela foi:
"Nossa, meu útero grita!"
Não sei se é o tal do relógio biológico ou se é de tanto ver gente ao redor tendo filho. Ou o fato de ter se tocado que a gente já é adulta o suficiente (talvez mais que suficiente) para fazer nossas próprias pessoas. Mas tenho observado que o tema "crianças" está presente de uma maneira totalmente diferente nas nossas vidas do que estava antes. "Nossas vidas" que eu digo são as de mulheres na faixa dos 30 que não têm filhos.
Sempre adorei crianças, mas agora é diferente. Eu me interesso, me emociono, fico imaginando como serão os meus filhos se os tiver, como quero educá-los, o que quero ensinar, o que quero que não façam como eu. Vejo programas sobre educação (hello, Supernanny!), leio alguns blogs, converso com mães com interesse verdadeiro e curto muito os filhos dos outros próximos a mim.
Aos 20 e poucos, não fazia isso.
O engraçado é que não pretendo ter filhos tão cedo. Nem sei direito o que vai ser da minha vida, que dirá da vida de uma pessoinha que seria 100% dependente de mim. No momento não tenho nem planta, pra não ter que cuidar de nenhum ser vivo. Filhos, quem sabe daqui uns cinco anos (e faz uns anos que digo "daqui uns cinco anos"). E se por alguma razão eu não tiver, bom, vai ser uma frustração, mas acho que vou poder superá-la, não vou ser infeliz por isso.
Não sei se diria que "meu útero grita", mas que esse assunto tem outra dimensão agora para mim, tem mesmo. E pra vocês?
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Da série "A gente sabe que está ficando velha quando..." - Senhora
"A senhora prefere batatas ou salada?"
Você olha para trás para ver se alguma velhinha está lá. Senhora? Ué, não tem nenhuma senhora.
Aí você se dá conta: a senhora é você.
Um dos pequenos pesadelos de ter (quase) (mais de) 30 é esse, começar a ser chamada de senhora. "A senhora gostaria", "com licença, senhora", "não posso fazer isso, senhora". Senhora pra lá, senhora pra cá, mesmo que você ainda seja uma senhorita supostamente. Mesmo que senhora, para você, seja só pra gente bem mais velha, tipo das nossas mães pra cima.
É... a gente sabe que está ficando velha quando vivem chamando a gente de senhora.
Você olha para trás para ver se alguma velhinha está lá. Senhora? Ué, não tem nenhuma senhora.
Aí você se dá conta: a senhora é você.
Um dos pequenos pesadelos de ter (
É... a gente sabe que está ficando velha quando vivem chamando a gente de senhora.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Votação
Ando numa fase meio escarafunchando nos armários pra ver o que vai e o que fica, já que em breve quem vai sou eu (ou não, ou vou depois, ou sei lá).
Além das velharias fofas de dois posts atrás, hoje me deparei com esta preciosidade:
Tenho essa mochila desde os 16, 17 anos. Ela tem pins de N viagens que fiz, ou que fizeram, presentes de gente querida, coisas que têm a ver comigo (vejam os carrinhos de F1, os símbolos da Ferrari, o pin com o traçado de Interlagos... e só agora notei a quantidade de Mickey e Minnie, o que pode até ser considerado premonitório, já que anos depois de comprar ou ganhar esses pins eu vim a trabalhar na empresa dos queridos personagens, onde fiquei por anos e anos. Ok, estou divagando.)
Lembranças e lembranças em forma de pins. Praticamente eu em forma de pins.
Tem até um pin do Pikachu, gente. E do Ligeirinho. E de Moldova. Quem tem um pin de Moldova? Quem sabe o que é Moldova (não, não é uma marca de relógios, é um país)?
Usei no colegial, usei no cursinho, acho que até na faculdade. Mas faz uns 10 anos que ela só sai do armário pra mudar de casa. E considerando que não mudo de casa há cinco anos, a coitada tá enfurnada há um bom tempo.
Sou super a favor do desapego, mas gente, quem não teria dó de jogar fora a própria personalidade em forma de pins? As viagens em forma de pins? Me disseram "guarde os pins", mas poxa, a mochila fica tão bonita com eles, eles ficam tão bonitos na mochila...
Acho que vou guardar a mochila.
Mas a questão é (e vem daí o título de "votação" do post): uso? Não uso? Acho meio inadequado pros meus (mais de) 30 anos. Além disso, aonde iria com ela? Aonde iria com eu mesma em forma de pins numa mochila jeans?
Ajudem estatrintona moça a decidir. A caixa de comentários é serventia da casa!
Além das velharias fofas de dois posts atrás, hoje me deparei com esta preciosidade:
Tenho essa mochila desde os 16, 17 anos. Ela tem pins de N viagens que fiz, ou que fizeram, presentes de gente querida, coisas que têm a ver comigo (vejam os carrinhos de F1, os símbolos da Ferrari, o pin com o traçado de Interlagos... e só agora notei a quantidade de Mickey e Minnie, o que pode até ser considerado premonitório, já que anos depois de comprar ou ganhar esses pins eu vim a trabalhar na empresa dos queridos personagens, onde fiquei por anos e anos. Ok, estou divagando.)
Lembranças e lembranças em forma de pins. Praticamente eu em forma de pins.
Tem até um pin do Pikachu, gente. E do Ligeirinho. E de Moldova. Quem tem um pin de Moldova? Quem sabe o que é Moldova (não, não é uma marca de relógios, é um país)?
Usei no colegial, usei no cursinho, acho que até na faculdade. Mas faz uns 10 anos que ela só sai do armário pra mudar de casa. E considerando que não mudo de casa há cinco anos, a coitada tá enfurnada há um bom tempo.
Sou super a favor do desapego, mas gente, quem não teria dó de jogar fora a própria personalidade em forma de pins? As viagens em forma de pins? Me disseram "guarde os pins", mas poxa, a mochila fica tão bonita com eles, eles ficam tão bonitos na mochila...
Acho que vou guardar a mochila.
Mas a questão é (e vem daí o título de "votação" do post): uso? Não uso? Acho meio inadequado pros meus (
Ajudem esta
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Da série: "A gente sabe que está ficando velha quando..."
Em uma limpa no armário, encontra objetos que não se usam mais há uns dez anos:
Sim, é tudo meu. Terceira idade, a gente se vê por aqui.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
As fabulosas dicas de moda e estilo da tia Nadja - 2
Como este é um blog de (in)utilidade pública, de vez em quando eu gosto de dar dicas de moda para minhas milhares de leitoras. Que gabarito eu tenho para isso? Nenhum, como já disse antes, mas quanta nega que também não tem e faz até blog de moda por aí, não é mesmo?
No post de hoje, vou responder algumas pertinentes perguntas que tenho visto em revistas e sites femininos:
- Como usar meia-calça? - simplesmente enfie suas duas pernas na meia-calça, dê aquela reboladinha para que ela chegue até a cintura e pronto. Não requer prática e tampouco habilidade.
- Como usar sneakers? - Na verdade sneaker é tênis em inglês (jura?), mas pelo que vi agora estão chamando assim aquelesaberrações tênis com um salto anabela "escondido". Se depender de mim, esse tipo de sapato se usa sozinha em casa e no escuro. E olhe lá.
- Com que combinar uma saia mullets? - Com nada. Puta coisa horrível. Nada que tenha a palavra "mullets" pode ser bom, gente. NADA. A saia tem este nome por causa do corte de cabelo que fez furor nos anos 80, mas eu acho que o nome também vem do fato de que, daqui a 20 ou 30 anos, quem usou vai se olhar numa foto com elas e pensar "nossa, que horror, como usei isso?", assim como faz hoje em dia quem usou cabelo com mullets.
- O que é nail art? - nome inglês para "desenhos ridículos na unha". Se você tem até 15 anos, ok. Se não, só se for muito a sua cara, mas muito mesmo. E ainda assim...
- Dica de look que emagrece: você dá um look praquele bolo de brigadeiro e não o come. Faça isso várias vezes, de preferência sempre. Emagrece que é uma beleza!
- Listras horizontais engordam? - Não. O que engorda é pizza e batata frita.
Com essas dicas, não garanto sua elegância e finesse no vestir, mas ridícula você também não vai ficar e isso já é uma grande coisa!
No post de hoje, vou responder algumas pertinentes perguntas que tenho visto em revistas e sites femininos:
- Como usar meia-calça? - simplesmente enfie suas duas pernas na meia-calça, dê aquela reboladinha para que ela chegue até a cintura e pronto. Não requer prática e tampouco habilidade.
- Como usar sneakers? - Na verdade sneaker é tênis em inglês (jura?), mas pelo que vi agora estão chamando assim aqueles
![]() |
| O horror, o horror |
- Com que combinar uma saia mullets? - Com nada. Puta coisa horrível. Nada que tenha a palavra "mullets" pode ser bom, gente. NADA. A saia tem este nome por causa do corte de cabelo que fez furor nos anos 80, mas eu acho que o nome também vem do fato de que, daqui a 20 ou 30 anos, quem usou vai se olhar numa foto com elas e pensar "nossa, que horror, como usei isso?", assim como faz hoje em dia quem usou cabelo com mullets.
![]() |
| Por quê? |
- O que é nail art? - nome inglês para "desenhos ridículos na unha". Se você tem até 15 anos, ok. Se não, só se for muito a sua cara, mas muito mesmo. E ainda assim...
![]() |
| Desenhos meigos e delicados em suas maos |
- Dica de look que emagrece: você dá um look praquele bolo de brigadeiro e não o come. Faça isso várias vezes, de preferência sempre. Emagrece que é uma beleza!
- Listras horizontais engordam? - Não. O que engorda é pizza e batata frita.
Com essas dicas, não garanto sua elegância e finesse no vestir, mas ridícula você também não vai ficar e isso já é uma grande coisa!
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Pequenas e poucas reflexões de (mais de) 30
- Alguns espelhos, se combinados com determinadas luzes, deveriam ter um alerta escrito, algo assim: "Atenção mulheres de mais de 30 anos: neste espelho se vêem claramente as rugas se formando e as olheiras. Cuidado."
- Deveria ser proibido por lei perguntar a qualquer mulher de mais de 30 anos, com namorado ou não: "e aí, casa quando?"
- A gente ganha o dia, se bobear até a semana, se escuta algo como: "Nossa, jura? Te dava no máximo uns 27, 28!"
- "Balzaquiana"? "Trintona"? Não, sou nova demais para... ah, não, peraí.
- Deveria ser proibido por lei perguntar a qualquer mulher de mais de 30 anos, com namorado ou não: "e aí, casa quando?"
- A gente ganha o dia, se bobear até a semana, se escuta algo como: "Nossa, jura? Te dava no máximo uns 27, 28!"
- "Balzaquiana"? "Trintona"? Não, sou nova demais para... ah, não, peraí.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Decálogo da maturidade
Aqui onde eu moro tem uma revista muito da bonitinha chamada Sophia. Acho que o público target dela é de mulheres acima de 40 anos, talvez um pouco menos ou um pouco mais, mas mesmo estando longe disso (por enquanto) eu curto os temas abordados. Tem uma ou outra coisa que não me convence muito, mas em geral tem ótimas matérias e entrevistas.
A introdução foi só pra dizer que estava relendo a de abrilno banheiro e achei muito interessante o "decálogo da maturidade" feito por um psicólogo. Quis compartilhar com vocês. A tradução é minha:
1 - Quando não há mais de quem se queixar ou a quem culpar nas coisas pessoais, começa a maturidade.
2- Quando se aprende a tornar cada conflito ou cada frustração em um desafio, começa a maturidade.
3 - Quando aceitamos não nos fazer essas perguntas que não têm resposta, começa a maturidade.
4 - Quando descobrimos que nas relações humanas a benevolência vem antes da verdade, começa a maturidade.
5 - Quando aprendemos a não fazer uma dor virar "toda a dor", começa a maturidade.
6- Quando nos convencemos de que a realidade não se parece ao nosso desejo, começa a maturidade.
7 - Quando começamos a saber que tudo leva tempo e esforço, começa a maturidade.
8 - Quando já não duvidamos de que cada noite tem seu amanhecer, e de que o mundo é uma tarefa, começa a maturidade.
9 - Quando deixamos de viver como se fôssemos o centro do mundo, começa a maturidade.
10 - Quando assumimos com todas as suas consequências a experiência de ser criaturas, é sinal de que amadurecemos.
Acho que ajuda no balanço dos (quase) (mais de) 30, não?
A introdução foi só pra dizer que estava relendo a de abril
1 - Quando não há mais de quem se queixar ou a quem culpar nas coisas pessoais, começa a maturidade.
2- Quando se aprende a tornar cada conflito ou cada frustração em um desafio, começa a maturidade.
3 - Quando aceitamos não nos fazer essas perguntas que não têm resposta, começa a maturidade.
4 - Quando descobrimos que nas relações humanas a benevolência vem antes da verdade, começa a maturidade.
5 - Quando aprendemos a não fazer uma dor virar "toda a dor", começa a maturidade.
6- Quando nos convencemos de que a realidade não se parece ao nosso desejo, começa a maturidade.
7 - Quando começamos a saber que tudo leva tempo e esforço, começa a maturidade.
8 - Quando já não duvidamos de que cada noite tem seu amanhecer, e de que o mundo é uma tarefa, começa a maturidade.
9 - Quando deixamos de viver como se fôssemos o centro do mundo, começa a maturidade.
10 - Quando assumimos com todas as suas consequências a experiência de ser criaturas, é sinal de que amadurecemos.
Acho que ajuda no balanço dos (
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Um vídeo para se identificar
Vi este vídeo esses dias e acho que muitos de nós de (quase) (mais de) 30 podemos nos identificar. Ele aborda as crises que a geração de 30 está tendo que enfrentar de um jeito rápido e bonitinho. Foi feito na Espanha, então nós brasileiros não vamos entender todas as referências. O espanhol dá pra entender, acho, mas se não as imagens falam por si mesmas.
Assinar:
Postagens (Atom)


















