sábado, 9 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Como eu me sinto quando... versão 30 e poucos
Desde que vi o ótimo tumblr Como Eu Me Sinto Quando (faz tempo!) fiquei com a ideia na cabeça, então tá aqui: "Como Eu Me Sinto Quando - Versão 30 e Poucos!" - um post que, quem sabe, pode se tornar uma série no blog?
... alguém diz que pareço ter uns 25 anos
... a tia velha diz "nossa, não casou ainda?"
... fico sabendo que minha melhor amiga está grávida
... como e bebo como fazia sem problemas aos 20 e poucos
... alguém diz que pareço ter uns 25 anos
... a tia velha diz "nossa, não casou ainda?"
... fico sabendo que minha melhor amiga está grávida
... como e bebo como fazia sem problemas aos 20 e poucos
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
As Viagens de Nadja VI - Sempre leia o contrato
Voltei há poucos dias de uma longa temporada no Brasil. Comprei a passagem de ida e volta pela Gol, com milhas e dinheiro. Mas por razões que não vêm ao caso quis postergar (adoro essa palavra) a minha volta e foi então que tudo começou.
Tentei mudar a passagem uma vez pela internet. Não consegui. Outro dia, não consegui. Outro dia, nada. Um dia antes da suposta viagem, finalmente consegui cancelar - só cancelar, não mudar - depois de todo um processo que durou praticamente o dia inteiro. Tentei pela internet, liguei 500 vezes para uns 3 telefones diferentes, fui a uma loja da Gol, falei por um chat do site, falei por outro chat, cancelou. Quis confirmar se estava cancelado por telefone, disseram que sim mas que isso não poderia ter sido feito, que eles iam alertar a funcionária que cancelou mas não iam devolver as milhas. Ah, que bom, iam alertar a funcionária e eu ia me ferrar por um suposto erro dela! Ótimo!
Abriram uma reclamação e não disseram mais nada, eu que liguei lá uma semana depois pronta para a briga mas, antes mesmo de falar com alguém, vi que tinham devolvido as milhas. Ok.
Mas neste meio-tempo comprei outra passagem, São Paulo - Buenos Aires - São Paulo, pela Turkish Airlines, pra não ficar à mercê da Gol. Precinho camarada, serviço de primeira, tudo lindo.
Chego pra fazer o check-in. "Então, você comprou passagem pela internet, você está com o cartão com o qual fez a compra? Precisa mostrá-lo agora."
Nunca vi isso na vida. "Tá no contrato, a senhora não leu?" Não, turco é um idioma que não domino, só sei falar "obrigada", "sorvete" e "queijo". O cartão era do meu pai, que áquela altura devia estar chegando em casa depois de me deixar no aeroporto.
"Ah, mas ele pode escanear o cartão e mandar, ou tirar uma foto de celular e mandar por e-mail". Verdade, super prático, mas papai é um senhor que não se dá muito bem com a tecnologia atual dos celulares.
"Mas tá no contrato". Ok, mas a) quem lê o contrato? b) Não é algo habitual. Já voei com um monte de companhias aéreas e nunca vi isso, nunca ouvi falar disso. Sendo assim, por que não estava mais claro? Escrito em letras garrafais junto com a confirmação do pagamento?
Papai, coitado, teve que voltar ao aeroporto, se não eu não embarcava. Sorte que ele podia voltar, se não, sei lá.
Ô, volta difícil!
Mas o que aprendi é: não importa o quão viajante você seja, o quão escolado com viagem que você seja, SEMPRE LEIA O CONTRATO. Mesmo em línguas exóticas, bota no Google Translator. Evita problemas, dores de cabeça e economiza gasolina. Vai por mim!
Tentei mudar a passagem uma vez pela internet. Não consegui. Outro dia, não consegui. Outro dia, nada. Um dia antes da suposta viagem, finalmente consegui cancelar - só cancelar, não mudar - depois de todo um processo que durou praticamente o dia inteiro. Tentei pela internet, liguei 500 vezes para uns 3 telefones diferentes, fui a uma loja da Gol, falei por um chat do site, falei por outro chat, cancelou. Quis confirmar se estava cancelado por telefone, disseram que sim mas que isso não poderia ter sido feito, que eles iam alertar a funcionária que cancelou mas não iam devolver as milhas. Ah, que bom, iam alertar a funcionária e eu ia me ferrar por um suposto erro dela! Ótimo!
Abriram uma reclamação e não disseram mais nada, eu que liguei lá uma semana depois pronta para a briga mas, antes mesmo de falar com alguém, vi que tinham devolvido as milhas. Ok.
Mas neste meio-tempo comprei outra passagem, São Paulo - Buenos Aires - São Paulo, pela Turkish Airlines, pra não ficar à mercê da Gol. Precinho camarada, serviço de primeira, tudo lindo.
Chego pra fazer o check-in. "Então, você comprou passagem pela internet, você está com o cartão com o qual fez a compra? Precisa mostrá-lo agora."
Nunca vi isso na vida. "Tá no contrato, a senhora não leu?" Não, turco é um idioma que não domino, só sei falar "obrigada", "sorvete" e "queijo". O cartão era do meu pai, que áquela altura devia estar chegando em casa depois de me deixar no aeroporto.
"Ah, mas ele pode escanear o cartão e mandar, ou tirar uma foto de celular e mandar por e-mail". Verdade, super prático, mas papai é um senhor que não se dá muito bem com a tecnologia atual dos celulares.
"Mas tá no contrato". Ok, mas a) quem lê o contrato? b) Não é algo habitual. Já voei com um monte de companhias aéreas e nunca vi isso, nunca ouvi falar disso. Sendo assim, por que não estava mais claro? Escrito em letras garrafais junto com a confirmação do pagamento?
Papai, coitado, teve que voltar ao aeroporto, se não eu não embarcava. Sorte que ele podia voltar, se não, sei lá.
Ô, volta difícil!
Mas o que aprendi é: não importa o quão viajante você seja, o quão escolado com viagem que você seja, SEMPRE LEIA O CONTRATO. Mesmo em línguas exóticas, bota no Google Translator. Evita problemas, dores de cabeça e economiza gasolina. Vai por mim!
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
O mundo está grávido
A cada semana você fica sabendo de pelo menos um caso. Nas redes sociais, pululam fotos de barrigas redondas, imagens de ultrassom, carinhas gorduchas e pequeninas no colo de caras sorridentes mas com olheiras. Os papos com as amigas mudaram, antes era "mas ele ligou? Ele é legal?"; agora é: "você pretende ter parto normal ou cesárea? Já pensou no nome?". Você já perdeu a conta de quantas vezes entrou em lojas de roupas para bebês nos últimos tempos e de quanto gastou em presentinhos tamanho PP.
O mundo está grávido.
Ou acabou de ter filho. Ou está pensando em ter em breve. Ou convive de perto com quem está em uma das três fases.
Na minha família, metade das mulheres jovens está grávida. Outras estão planejando. Só eu e uma prima estamos sossegadas, obrigada. Amigas e conhecidas que estão grávidas ou tiveram filho há pouco tempo, nossa, um monte.
Que louco, né?
Acho que é a nossa faixa etária, só pode ser. Aos 45 vai ser um monte de divórcio, aos 60 o povo sendo avô, aos 80 o povo indo dessa pra melhor. Ai, credo!
Ou vai ver que é a era de aquário, sei lá (???????). Só sei que acho lindo, adoro bebês e crianças - principalmente quando posso devolvê-los para as respectivas mães assim que começam a ficar chatinhos ou a chorar hihihihihi
O mundo está grávido.
Ou acabou de ter filho. Ou está pensando em ter em breve. Ou convive de perto com quem está em uma das três fases.
Na minha família, metade das mulheres jovens está grávida. Outras estão planejando. Só eu e uma prima estamos sossegadas, obrigada. Amigas e conhecidas que estão grávidas ou tiveram filho há pouco tempo, nossa, um monte.
Que louco, né?
Acho que é a nossa faixa etária, só pode ser. Aos 45 vai ser um monte de divórcio, aos 60 o povo sendo avô, aos 80 o povo indo dessa pra melhor. Ai, credo!
Ou vai ver que é a era de aquário, sei lá (???????). Só sei que acho lindo, adoro bebês e crianças - principalmente quando posso devolvê-los para as respectivas mães assim que começam a ficar chatinhos ou a chorar hihihihihi
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Filhos terceirizados
Um monte de gente hoje compartilhou no Facebook um post sobre levar a babá em viagens do blog Viajando com Filhos. O povo meteu a boca no texto pelo teor "casa grande e senzala" dele, e concordo com as críticas. Mas não é nesse mérito que eu quero entrar.
Neste fim de semana, enquanto jantava em um shopping paulistano, observei uma cena que me fez pensar muito: uma mulher muito elegante, com sua bolsa Chanel a tiracolo, jantava com os filhos gêmeos de menos de dois anos de idade e a babá. A mulher olhava para um lado, com cara de tédio, e comia enquanto a babá olhava para o outro lado, dava comida pros meninos e comia também. Ninguém se falava, ninguém ria. Em vez de ser um jantar gostoso com os filhos, era um jantar incômodo com a babá.
Não quero julgar ninguém porque cada um cuida dos filhos como bem entender, mas a minha reflexão com esses dois casos é a seguinte: será que não estão "terceirizando" demais o cuidado e a educação dos filhos, não?
Vai ver que para mim é fácil falar, já que ainda não tenho uma nadjinha ou um nadjinho, então não sei como é na prática ter que cuidar de um filho. Mas se você está presente, seu filho também, na mesma relação tempo X espaço, por que cazzo você não pode cuidar dele?? Se não quer correr atrás de bebê, limpar bunda suja, ter paciência pra ler historinha de noite, por que tem filho então? Porque não há nada que se possa fazer na vida a não ser casar e ter filho, então é se reproduzir é um dever? Porque as fotos do bebê na piscina ficam lindas no Facebook?
Uma babá que cuide do rebento enquanto você trabalha ou vai a um jantarzinho a sós com o marido, que maravilha, desde que seja paga direitinho e respeitada e etc etc. Só que tem que levar a babá pra uma viagem em família, pra um almoço de domingo, pra um passeio no shopping? Não dá pra correr atrás você mesma, prestar atenção você mesma, educar você mesma?
Sei lá, pensamentos de quem não tem mas um dia, quem sabe, quando e se tiver filho não pensa em levar a babá pra tudo quanto é canto.
Neste fim de semana, enquanto jantava em um shopping paulistano, observei uma cena que me fez pensar muito: uma mulher muito elegante, com sua bolsa Chanel a tiracolo, jantava com os filhos gêmeos de menos de dois anos de idade e a babá. A mulher olhava para um lado, com cara de tédio, e comia enquanto a babá olhava para o outro lado, dava comida pros meninos e comia também. Ninguém se falava, ninguém ria. Em vez de ser um jantar gostoso com os filhos, era um jantar incômodo com a babá.
Não quero julgar ninguém porque cada um cuida dos filhos como bem entender, mas a minha reflexão com esses dois casos é a seguinte: será que não estão "terceirizando" demais o cuidado e a educação dos filhos, não?
Vai ver que para mim é fácil falar, já que ainda não tenho uma nadjinha ou um nadjinho, então não sei como é na prática ter que cuidar de um filho. Mas se você está presente, seu filho também, na mesma relação tempo X espaço, por que cazzo você não pode cuidar dele?? Se não quer correr atrás de bebê, limpar bunda suja, ter paciência pra ler historinha de noite, por que tem filho então? Porque não há nada que se possa fazer na vida a não ser casar e ter filho, então é se reproduzir é um dever? Porque as fotos do bebê na piscina ficam lindas no Facebook?
Uma babá que cuide do rebento enquanto você trabalha ou vai a um jantarzinho a sós com o marido, que maravilha, desde que seja paga direitinho e respeitada e etc etc. Só que tem que levar a babá pra uma viagem em família, pra um almoço de domingo, pra um passeio no shopping? Não dá pra correr atrás você mesma, prestar atenção você mesma, educar você mesma?
Sei lá, pensamentos de quem não tem mas um dia, quem sabe, quando e se tiver filho não pensa em levar a babá pra tudo quanto é canto.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Primeiro post do ano, só pra começar
E aí, gente, como anda o 2013? Ainda esperançoso ou já desencanaram?
O meu anda sei lá! Não tô exatamente de férias mas também não estou em casa, estou trabalhando à distância. Ando pensando nos passos a seguir mas ainda sem nenhuma providência. Calma, né, gente?
Meu 2013 começou tão animado que duas da manhã do dia primeiro eu tava num cantinho da festa lendo revista de decoração. Juro! Antes, estava consolando um menino de 7 anos que estava bravo porque o tio bêbado chutou a bola nova dele pro meio do mato. Nem era culpa da festa, eu que não tava lá muito enturmada.
Espero que esse bode não continue no resto do ano. Mas acho que um ano que inclui voltar a morar no país de origem depois de dez anos, cidade nova, trabalho novo e muitas outras novidades promete ser tudo, menos tão emocionante quanto ler revista de decoração na festa de reveillon, né?
O meu anda sei lá! Não tô exatamente de férias mas também não estou em casa, estou trabalhando à distância. Ando pensando nos passos a seguir mas ainda sem nenhuma providência. Calma, né, gente?
Meu 2013 começou tão animado que duas da manhã do dia primeiro eu tava num cantinho da festa lendo revista de decoração. Juro! Antes, estava consolando um menino de 7 anos que estava bravo porque o tio bêbado chutou a bola nova dele pro meio do mato. Nem era culpa da festa, eu que não tava lá muito enturmada.
Espero que esse bode não continue no resto do ano. Mas acho que um ano que inclui voltar a morar no país de origem depois de dez anos, cidade nova, trabalho novo e muitas outras novidades promete ser tudo, menos tão emocionante quanto ler revista de decoração na festa de reveillon, né?
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